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segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

"PATTI PAGE"



Patti Page nome artístico de Clara Ann Fowler
(Claremore, 8 de novembro de 1927 - Encinitas, 1º de janeiro de 2013),
foi uma cantora americana.Ela foi a cantora de maior sucesso nos anos de 1950,
vendendo mais de 100 milhões de discos.





terça-feira, 4 de setembro de 2012

"DUANE EDDY"


Nascido em Corning, New York em 1938, ele começou a tocar violão aos 5 anos,
imitando seu ídolo cowboy, Gene Autry. Sua família se mudou para Arizona em 1951.
No início de 54, em Coolidge, Eddy encontrou Lee Hazlewood que se tornaria seu companheiro de longa data, co-autor e produtor. Juntos, eles criaram uma fórmula de sucesso baseado no estilo único de Eddy com a guitarra.
Eddy introduziu um som único à guitarra de rock’n roll. Combinando melodias fortes, dramáticas de uma nota só e uma combinação de eco, vibrato e tremolo, ele fez do seu som sua assinatura que era algo nunca ouvido antes.
Elementos do country, blues, jazz e Gospel se misturava aos seus instrumentais.
Eles tinham títulos chamativos como “Rebel Rouser”, “Forty Miles of Bad Road”, “Cannonball”, “The Lonely One”, “Shazam”, e “Some Kind-a Earthquake” (que é reconhecida como a canção mais curta a fica no Top 40, com 1:17). Essa canções foram recheadas de gritos rebeldes e interrupções com saxofone. A popularidade mundial dessas gravações, iniciando com ‘Moovin’ and Groovin’ em 1958, abriu as portas para a música instrumental do Rock and Roll. Sua banda, The Rebels, apresentou músicos que se tornariam um dos melhores do mundo. Tocadores de sax Steve Douglas e Jim Horn, pianista Larry Knechtel e o guitarrista Al Casey foram ouvidos em centenas de sucessos, tornand-se os membros do famoso “Wrecking Crew” de Phil Spector nos anos 60 e acompanhando sempre um grupo elite de artistas.

Em 1959, o álbum de estréia , “Have Twangy Guitar Will Travel”, alcançou o número 5, permanecendo no ranking por 82 semanas ininterruptas. Em 1960, “New Musical Express” do Reino Unido votou nele como a Personalidade Número 1 do mundo da música, desbancando o rei Elvis Presley. Naquele mesmo ano, ele fez a música tema para o filme Because They’re Young. A canção se tornou o maior sucesso de Eddy, chegando ao quarto lugar. “Rebel ‘Rouser” ao sexto lugar, e “Forty Miles Of Bad Road” ao nono lugar em 1958 e1959, respectivamente.
Durante os anos 60, Eddy também iniciou sua carreira de ator, aparecendo nos filmes A Thunder of Drums, The Wild Westerners, Kona Coast, The Savage Seven, e duas participações na série de TV Have Gun — Will Travel.
Os anos 70 foram bem ativos para Eddy. Ele produziu álbuns para Phil Everly e Waylon Jennings. Em1975, uma colaboração com o compositor Tony Macaulay e Keith Potger, levaram “Play Me Like You Play Your Guitar” ao top 10. A canção, “You Are My Sunshine”, apresentando Willie Nelson e Waylon Jennings, foi sucesso no ranking country em 1977.
Em 1983, Duane se apresentava com músicos legendários, tocando em clubes particulares e pequenos. Don Randi nos teclados, Hall Blaine na bateria, Steve Douglas no sax e Ry Cooder na guitarra.
Em 1986, Eddy fez uma versão contemporânea para Peter Gunn. A música foi um sucesso no Top Ten ao redor do mundo, chegando ao número 1 na revista Rolling Stone. “Peter Gunn” venceu o Grammy por melhor Rock Instrumental de1986. Eddy também ficaria reconhecido como o único músico a ficar no Top 10 por 4 decádas no Reino Unido.
No ano seguinte, um álbum tributo foi lançado, auto-titulado, Duane Eddy, foi lançado em Capitol. Alguns dos melhores artistas do mundo e produtores quiseram fazer parte do projeto. Muitas das gravações foram produzidas por Paul McCartney, Jeff Lynne, Ry Cooder, e Art of Noise.
Em 1994, Eddy foi incluído no Rock’n Roll Hall da Fama, junto com Elton John, Rod Stewart, John Lennon, Bob Marley e The Grateful Dead. Mais tarde naquele ano, músicas de filmes popularizou Eddy a milhões depois que assistiram Forrest Gump sendo perseguido por uma pickup enquanto ele corre num campo de futebol
americano ao som de “Rebel Rouser”.
In 1996, Eddy juntamente com o famoso Hans Zimmer fizeram o tema de
” A última ameaça” com John Travolta.
Em 1997, Eddy deixou as marcas das suas mãos e assinatura no Rockwalk juntamente com seus amigos Chet Atkins, Scotty Moore e James Burton.


domingo, 1 de julho de 2012

"DUSTY SPRINGFIELD"


Mary Isabel Catherine Bernadette O'BrienOBE (Londres, 16 de abril de 1939 – Henley-on-Thames, 2 de março de 1999), conhecida profissionalmente como Dusty Springfield,foi uma cantora britânica de música pop.
Após sair da escola em 1958, Dusty entrou para o grupo vocal Lana Sisters, onde permaneceu até 1960, ano em que formou o trio The Springfields com seu irmão Dion O'Brien e Tim Feild. Partiu em carreira solo em 1963, lançando o sucesso
"I Only Want to Be With You", inspirada no estilo "Wall of Sound" de Phil Spector. Entre seus outros singles, destacam-se "Wishin' and Hopin'",
"I Just Don't Know What to Do with Myself" (1964),
"You Don't Have to Say You Love Me" (1966) e "Son of a Preacher Man" (1969).
Dusty trabalhou para tornar os artistas de soul music mais conhecidos no Reino Unido, desenvolvendo e apresentando em 1965 o programa The Sound of Motown, uma edição especial da série de TV Ready Steady Go com os melhores artistas da Motown Records.
Entre as cantoras da Invasão Britânica, Dusty foi a que obteve mais impacto no mercado norte-americano.De 1963 a 1970, emplacou 18 singles no "Hot 100" da Billboard,além de ter sido votada como "Melhor Cantora Britânica"
pelos leitores da New Musical Express em 1964, 1965 e 1968.
Na década de 1980, gravou um dueto com o duo Pet Shop Boys,
"What have I done to deserve this?"
Ela continuou gravando até ser diagnosticada com câncer de mama em 1995. Morreu em 2 de março de 1999, na cidade de Henley-on-Thames, Inglaterra.
Ao longo da carreira Springfield falou algumas vezes à cerca da sua sexualidade, deixando claro que mantinha relacionamentos com outras mulheres.

Discografia

Álbuns de estúdio

1964 A Girl Called Dusty
1965 Ev'rything's Coming Up Dusty
1967 Where Am I Going?
1968 Dusty... Definitely
1969 Dusty in Memphis
1970 A Brand New Me
1972 See All Her Faces
1973 Cameo
1974 Longing
1978 It Begins Again
1979 Living Without Your Love
1982 White Heat
1990 Reputation
1995 A Very Fine Love

Coletâneas

1994 Goin' Back - The Very Best Of Dusty Springfield
1999 Dusty - The Very Best Of Dusty Springfield
2000 Simply Dusty


domingo, 6 de maio de 2012

"THE BIG BOPPER"

The Big Bopper era o nome artístico de Jiles Perry Richardson (JP Richardson) (Texas, 24 de Outubro de 1930 - 3 de Fevereiro de 1959) foi um músico estado-unidense e um dos pioneiros do rock and roll, sendo conhecido principalmente pela sua canção “Chantilly Lace”. Morreu num trágico acidente de avião, que também vitimou Buddy Holly e Ritchie Valens.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

"DEAN MARTIN"


Dean Martin (Steubenville, 7 de junho de 1917 — Beverly Hills, 25 de Dezembro de 1995) foi um dos mais influentes artistas do século 20, tanto na música, televisão, bem como no cinema. Seu nome de batismo é Dino Paul Crocetti.
Era integrante da "Rat Pack", um grupo de amigos formado por Frank Sinatra, Sammy Davis, Jr., Peter Lawford e Joey Bishop que realizaram algumas atividades artísticas em conjunto na década de 1960. É bastante reconhecido por sua parceria de enorme êxito com Jerry Lewis. Morreu em decorrência de câncer no pulmão.
Possui três estrelas na "calçada da fama", uma (6519 Hollywood Boulevard) por seu trabalho no cinema, a segunda (1817 Vine) por suas gravações, e a terceira (6651 Hollywood Boulevard) por seu trabalho na televisão.
Era pai do também cantor e ator Dean Paul Martin, cuja morte prematura fez o pai encerrar a carreira.




1953 - Dean Martin Sings
1955 - Swingin' Down Yonder
1955 - Dean Martin
1957 - Pretty Baby
1959 - Sleep Warm
1959 - A Winter Romance
1960 - This Time I'm Swingin'!
1961 - Dean Martin
1962 - Dino: Italian Love Songs
1962 - Cha Cha de Amor
1962 - French Style
1963 - Country Style
1963 - Dean "Tex" Martin Rides Again
1963 - Dino Latino
1964 - Dream with Dean
1964 - Everybody Loves Somebody
1964 - The Door Is Still Open to My Heart
1964 - Live at the Sands Hotel
1965 - Holiday Cheer
1965 - (Remember Me) I'm the One Who Loves You
1965 - Dean Martin Hits Again
1965 - Houston
1966 - Somewhere There's a Someone
1966 - The Hit Sound of Dean Martin
1966 - The Best of Dean Martin
1966 - Christmas Album
1966 - Songs From The Silencers
1966 - The Dean Martin TV Show
1967 - Happiness Is Dean Martin
1967 - Welcome to My World
1968 - Gentle on My Mind
1969 - I Take a Lot of Pride in What I Am
1970 - My Woman, My Woman, My Wife
1971 - For the Good Times
1972 - Dino
1973 - Sittin' on Top of the World
1973 - You're the Best Thing That Ever Happened to Me
1978 - Once in a While

Filmografia

1949 – My Friend Irma (Amiga da Onça)
1950 – My Friend Irma Goes West (Minha Amiga Maluca)
1950 – At War with the Army (O Palhaço do Batalhão)
1951 – That's My Boy (O Filhinho do Papai)
1952 – Sailor Beware (O Marujo Foi na Onda)
1952 – Jumping Jacks (Malucos do Ar)
1952 – Road to Bali (De Tanga e de Sarong)
1953 – The Stooge (O Biruta e o Folgado)
1953 – Scared Stiff (Morrendo de Medo)
1953 – The Caddy (Sofrendo da Bola)
1953 – Money from Home (A Barbada do Biruta)
1954 – Living It Up (A Farra dos Malandros)
1954 – 3 Ring Circus (O Rei do Circo)
1955 – You're Never Too Young (O Meninão)
1955 – Artists and Models (Artistas e Modelos)
1956 – Pardners (O Rei do Laço)
1956 – Hollywood Or Bust (Ou Vai ou Racha)
1957 – Ten Thousand Bedrooms (10 Mil Alcovas)
1958 – The Young Lions (Os Deuses Vencidos)
1958 – Some Came Running (Deus Sabe Quanto Amei)
1959 – Rio Bravo (Onde Começa o Inferno)
1959 – Career (O Calvário da Glória)
1960 – Who Was That Lady? (Quem Era Aquela Pequena?)
1960 – Bells Are Ringing (Essa Loura Vale Um Milhão)
1960 – Ocean's Eleven (Onze Homens e Um Segredo)
1960 – Pepe
1961 – All in a Night's Work (A Dama da Madrugada)
1961 – Ada
1962 – Something's Got to Give (filme não concluído)
1962 – Sergeants 3 (Os 3 Sargentos)
1962 – The Road to Hong Kong (Dois Errados no Espaço)
1962 – Who's Got the Action? (... Ela Topou a Parada)
1963 – Come Blow Your Horn (O Bem Amado)
1963 – Toys in the Attic (Na Voragem das Paixões)
1963 – 4 for Texas (Quatro Heróis do Texas)
1963 – Who's Been Sleeping in My Bed? (Quem Anda Dormindo em Minha Cama?)
1964 – What a Way to Go! (A Senhora e Seus Maridos)
1964 – Robin and the 7 Hoods (Robin Hood de Chicago)
1964 – Kiss Me, Stupid (Beija-Me Idiota)
1965 – The Sons of Katie Elder (Os Filhos de Katie Elder)
1965 – Marriage on the Rocks (Vamos Casar Outra Vez)
1966 – The Silencers (O Agente Secreto Matt Helm)
1966 – Texas Across the River (Dois Contra o Oeste)
1966 – Murderers' Row (Matt Helm Contra o Mundo do Crime)
1967 – Rough Night in Jericho (A Noite dos Pistoleiros)
1967 – The Ambushers (Emboscada Para Matt Helm)
1968 – How to Save a Marriage (and Ruin Your Life) (Como Salvar Um Casamento e Arruinar Sua Vida)
1968 – Bandolero! (O Preço de Um Covarde)
1968 – 5 Card Stud (Pôquer de Sangue)
1969 – The Wrecking Crew (Arma Secreta contra Matt Helm)
1970 – Airport (Aeroporto)
1971 – Something Big (Os Renegados)
1973 – Showdown (Inimigos a Força)
1975 – Mr. Ricco
1981 – The Cannonball Run (Quem Não Corre, Voa)
1984 – Cannonball Run II (Um Rally Muito Louco)

domingo, 10 de julho de 2011

"NAT KING COLE"



Nat King Cole, nome artístico de Nathaniel Adams Coles, (Montegomery, 17 de março de 1919 — Santa Mônica, 15 de fevereiro de 1965) foi um cantor e músico de jazz norte-americano, pai da cantora Natalie Cole. O apelido de "King Cole" veio de uma popular cantiga de roda inglesa conhecida como Old King Cole.
Sua voz marcante imortalizou várias canções, como: Mona Lisa, Stardust, Unforgettable, Nature Boy, Christmas Song, "Quizás, Quizás, Quizás", entre outras, algumas das quais nas línguas espanhola e portuguesa.
Suas músicas românticas tinham um toque especial junto a sua voz associada ao piano, tornando-o assim um artista de grande sucesso.
Sua então revolucionária formação piano, guitarra e baixo ao tempo das big bands tornou-se popular para trios de jazz.
Nat King Cole aprendeu a tocar piano na igreja onde seu pai era pastor. Desde criança ele esteve ligado à música, tocando junto ao coral da mesma igreja. Cole lutou contra o racismo durante toda a sua vida, sempre recusando-se a cantar em platéias com segregação racial
Por ter um hábito de fumar diariamente três maços de cigarro, o cantor morreu vítima de câncer. Um de seus últimos trabalhos foi no filme Cat Ballou, onde canta a balada da personagem título, interpretada por Jane Fonda.
Seu pai, Don Edward Coles, era açougueiro e diácono da Igreja Batista. Sua família mudou-se para Chicago quando Nat ainda era criança. Lá, o pai tornou-se pastor e a mãe, Perlina Adams, ficou encarregada de tocar o órgão da igreja. Foi a única professora de piano que Nat teve em toda sua vida. Aprendeu tanto jazz como música gospel, sem esquecer a música clássica.

Seu primeiro sucesso como cantor foi a gravação em 1943 pela Capitol Records de "Straighten Up and Fly Right" baseada num conto popular negro que seu havia usado como tema para um sermão. Vendeu mais de 500 mil cópias. Embora Cole nunca viesse a ser considerado um roqueiro, a canção pode ser vista como antecipando os as primeiras gravações de rock. De fato, Bo Didley, que fez semelhantes transformações de materiais folclóricos creditava Cole como uma influência.
Em 5 de novembro de 1956, The Nat King Cole Show estreou na NBC-TV. Foi o primeiro programa deste tipo comandado por um afro-americano, causando controvérsia na época. Ficou no ar por um ano e pouco, mas teve de ser encerrado, por iniciativa do próprio Nat King Cole, por não ter conseguido nenhum patrocínio de âmbito nacional.

Cole lutou contra o racismo toda sua vida e raramente apresentou-se em lugares segregacionistas. Em 1956 foi atacado no palco durante um show em Birmingham, Alabama, enquanto cantava "Little Girl", por três membros do North Alabama White Citizens Council que aparentemente tentavam sequestrá-lo. Os três agressores avançaram pelos corredores da plateia. Embora a segurança tenha rapidamente acabado com a invasão, Cole foi derrubado de seu banco e machucou as costas. Ele não acabou o show e nunca mais se apresentou no Sul dos EUA. Os agressores foram julgados e condenados.
Em 1948 comprou uma casa em um condomínio só de brancos nos arredores de Los Angeles. A KKK ateou fogo em uma cruz em frente à sua casa. O conselho do condomínio disse-lhe que não queriam indesejáveis mudando-se para lá. Ele concordou e disse "Eu também não, se eu vir alguém indesejável mudando-se, serei o primeiro a reclamar".
Em 1956 foi contratado para se apresentar em Cuba e quis ficar no Hotel Nacional de Cuba, mas não lhe foi permitido porque tinham restrição (color bar) para negros. Cole honrou seu contrato e seu show no Tropicana foi um grande sucesso. No ano seguinte voltou a Cuba para outro show, cantando várias músicas em espanhol. Hoje existe um tributo a ele na forma de um busto e uma jukebox no Hotel Nacional.





Filmografia

Citizen Kane (1941)
Here Comes Elmer (1943)
Pistol Packin' Mama (1943)
Pin Up Girl (1944)
Stars on Parade (1944)
Swing in the Saddle (1944)
See My Lawyer (1945)
Breakfast in Hollywood (1946)
Killer Diller (1948)
Make Believe Ballroom (1949)
The Blue Gardenia (1953)
Small Town Girl (1953)
Rock 'n' Roll Revue (1955)
Rhythm and Blues Revue (1955)
Basin Street Revue (1956)
The Scarlet Hour (1956)
Istanbul (1957)
China Gate (1957)
St. Louis Blues (1958)
Night of the Quarter Moon (1959)
Schlager-Raketen (1960)
Cat Ballou (1965)

sábado, 21 de maio de 2011

"THE SKYLINERS"


Grupo vocal de Pittsburgh, Estados Unidos, surgiu em meados dos anos 50, composto por Jimmy Beaumont, Jackie Taylor e Wally Lester, que, originalmente formavam o grupo Crescents, além de Joe VerScharen e Janet Vogel, também provenientes de outro grupo, El Rios. Seu grande sucesso “Since I Don’t Have You”, balada de 1959 foi regravada nos anos 90 pela banda Guns n' roses e,está entre os maiores clássicos do R&B de todos os tempos.

domingo, 13 de março de 2011

"PAT BOONE"


Nascido em Jacksonville, Florida, Pat Boone costuma dizer que é um descendente direto do pioneiro americano Daniel Boone. Em Nashville, Tennessee, freqüentou a David Lipscomb College e começou a gravar em 1954 pela gravadora Republic Records.
Sua versão de “Ain’t That a Shame” de Fats Domino, em 1955, foi um grande sucesso. Esta foi a marca do início de sua carreira, focada na regravação de canções de Rythm’n’Blues (originalmente interpretadas por artistas negros)
para o público branco.

Seis dos sucessos de Boone eram versões de Rhythm’n’Blues: “Ain’t That a Shame” de Fats Domino, “Tutti Frutti” e “Long Tall Sally” de Little Richard, e “At My Front Door (Crazy Little Mama)” do grupo El Dorados. As outras duas versões de R&B era “baladas blues”: “I Almost Lost My Mind” de Ivory Joe Hunter e “Chains of Love”, um sucesso de Big Joe Turner e, depois, de B.B. King que foram compostas por Ahmet Ertegün. A partir de 1957, Boone concentrou-se “musica de meio de estrada”. Apesar disso, continuaria a gravar canções de R&B (como “Two Little Kisses,” uma versão “não-alcoólica de “One Mint Julep”) e (suas versões de The Capris’ song e “There’s a Moon Out Tonight”.
Em 2003, Pat Boone foi recebido no GMA Gospel Music Hall of Fame

domingo, 13 de fevereiro de 2011

"BOBBY VEE"


Bobby Vee (Robert Thomas Velline) nasceu em 30 de abril de 1943 em , Fargo, Dakota do Norte, estados Unidos.
Cantor de música pop, teve 38 de suas músicas entre as top100 da Billboard,
10 destas entre as top20.
Em 1959 a música “Take Good Care of My Baby” ficou em 1ro na lista da Billboard
e em 3ro na lista inglesa UK Singles Chart.

sábado, 29 de janeiro de 2011

"BEN E.KING"


Ben E. King (nascido Benjamin Earl Nelson em 30 de novembro de 1936, em Henderson, Carolina do Norte) mudou-se para o Harlem, em New York, com a idade de 9 anos. Começou como cantor de soul no ínicio dos anos sessenta. Em 1958, Ben Nelson juntou-se a um grupo de “doo wop” chamado “The Five Crowns”. Mais tarde, naquele ano, o agente do “The Drifters” despediu todos os membros e trocou-os pelo pessoal do”The Five Crowns”. Nelson ajudou a escrever “There Goes My Baby”, o primeiro sucesso dessa nova versão dos “The Drifters”. Também fez o vocal solo em “Save the Last Dance for Me”, uma canção escrita por Doc Pomus e Mort Shuman. Cantou, também, em “Dance With Me”, “This Magic Moment”, “I Count the Tears” e “Lonely Winds”. Ben E. King gravou dez canções com o “The Drifters”. Em 1960, deixou o “The Drifters” após não ter conseguido um aumento de salário. Neste ponto ele assumiu o nome de Ben E. King em preparação para a carreira solo. Permanecendo na Atlantic Records, King acertou em seu primeiro sucesso com estilo: a balada “Spanish Harlem” (1961). “Stand by Me” foi sua próxima gravação. Escrita por King junto com Jerry Leiber e Mike Stoller, “Stand by Me” foi votada com uma das Canções do Século pela “Recording Industry Association of America”. “Stand by Me” e “Spanish Harlem” foram nomeadas como duas das “500 Canções que Moldaram o Rock and Roll” pelo “The Rock and Roll Hall of Fame” e, ambas, ganharam um “Grammy Hall of Fame Award”. Seus outros clássicos são “Don’t Play That Song (You Lied)” (que foi regravada por Aretha Franklin), “Amor”, “Seven Letters”, “How Can I Forget”, “On the Horizon”, “Young Boy Blues”, e outras. As gravações de King continuaram indo bem até 1964. As bandas pop inglesas começaram a dominar o cenário musical, mas King continuou a fazer sucesso no “R&B”. No verão de 1963, Ben E. King colocou uma canção entre as 30 mais: a poderosa “I (Who Have Nothing)”, (essa até o Status Quo regravou). Outros sucessos foram: “What is Soul?” (1967), “Supernatural Thing, part 1” (1975), e a reedição, em 1986, de “Stand by Me,” que foi parte da trilha-sonora do filme com o mesmo nome, chamado, no Brasil, de “Conta Comigo” (filme baseado no conto “The Body” de Stephen King). Em 1998, gravou um álbum infantil intitulado “I Have Songs In My Pocket”, escrito e produzido por Bobby Susser, o qual ganhou um prêmio “Best Vacation Products Award For Children”. Em 2007, King apresentou “Stand By Me” no programa “Late Show with David Letterman”. Ahmet Ertegun disse que King tem uma das grandes vozes na história do Soul. Atualmente, King trabalha em sua fundação: a “Stand By Me Foundation”.

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

"THE MIRACLES"


The Miracles (também conhecido com Smokey Robinson & the Miracles 1965 a 1972)
é um grupo norte-americano de R&B.
Fundando em Detroit, Michigan, os Miracles foram o primeiro grupo de sucesso produzido por Berry Gordy, dono da Motown Records, e um dos primeiros a assinar com a gravadora surgida no final da década de 1950. O grupo foi liderado por Smokey Robinson, que se tornou um mais bem-sucedidos compositores e produtores da história da música norte-americana.
Durante os seus dezenoves anos na ativa, os Miracles emplacaram cerca de 50 de suas gravações nas paradas musicais dos Estados Unidos - entre canções de doo wop, soul, R&B e disco. Foram 26 canções que atingiram a lista Top 10 R&B da Billboard, sendo quatro delas primeiros lugares. Dezesseis canções dos Miracles estiveram no Top 20 Pop, sete chegaram ao Top 10 Pop e duas - "The Tears of a Clown", em 1970, "Love Machine" (Parte 1) - alcançaram o topo da principal lista da Billboard.
Em 2004, a revista Rolling Stone ranqueou Smokey Robinson & the Miracles na #32 em sua lista The Immortals: 100 Greatest Artists of All Time.
A música "Overture" (1975) foi usada como tema de abertura e encerramento das transmissões esportivas da TV Record até o fim dos anos 70.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

"DICK DALE"


Dick Dale (Boston, 4 de maio de 1937), nome artístico de Richard Anthony Monsour,
é um guitarrista de surf rock.
Seu maior sucesso é a versão que fez da canção "Misirlou", presente na trilha sonora do filme Pulp Fiction e também na do jogo Guitar Hero II. O grupo Black Eyed Peas usou samples na música no hit Pump It. Ele atende por "The King of Surf Guitar". É considerado o vovô do Heavy Metal. Além do acima citado, Dick Dale, é também o indireto responsável pela existência dos cabeçotes de 100 Watts RMS e pela presença de uma unidade de reverb neles. E nada disso seria possível sem a fúria do que se conhece por "The Beast", a one-of-a-kind Stratocaster dourada de Dick Dale.
Dale criou a Surf Music nos anos 50. Tocava por farra, para sua turma de surfistas. Logo o ritmo tribal contagiante de sua música passou a atraír gente de 'outras praias'. A visível mania que se dava com mais de 400 pessoas se apertando no Rendezvous Ballroom na cidade de Balboa/Califórnia, passou a chamar a atenção. Eis que entra em cena Leo Fender. Leo, impressionado com o sucesso do jovem guitarrista, pediu que o garoto experimentasse uma de sua novas guitarras, a Stratocaster. Um amplificador Fender também foi no pacote. Dick aceitou a guitarra, virou-a de ponta cabeça e sem inverter a ordem das cordas tirou daquele instrumento um som que nunca ninguém havia escutado antes. Foi para o palco e da primeira noite em diante estourou nada menos do que 49 amplificadores Fender com seus respectivos falantes. Dale, em contato permanente com Leo Fender, explicou ao amigo 'patrocinador' que seus amplificadores não estavam dando conta. Ele precisava de algo que lhe permitisse mais volume, pois no Ballroom, se a guitarra não estivesse bem alta,
"o pessoal lá de trás não escuta." Leo Fender e Freddy T. resolveram ir até o Ballroom uma noite para ver o que acontecia, e no momento em que o show começou eles logo entenderam o que Dick Dale precisava. Pouco tempo depois, Leo Fender entregou ao jovem Dale um amplificador que trazia um transformador de 85 watts de saída, que alcançava um pico de 100 watts. O Showman. Dale e Fender foram até James B. Lansing da James B. Lansing Speaker Company e encomendaram um falante de 15 polegadas, Este falante acabou ficando conhecido mais tarde como 15 JBL -D130 speaker . O falante não aguentou muito tempo e eles voltaram a oficina de J.B.Lansing e pediram que ele emborrachasse o cume frontal do falante, permitindo que o mesmo se deslocasse para frente e para trás de acordo com o sinal da guitarra de Dale, eliminando assim os ruídos e distorções provocadas pela trepidação do falante. O novo modelo foi batizado JBL D-130F, com F de Fender. Com o novo falante, Leo resolveu que a solução seria uma caixa com 2 15 JBL D-130F, e não satisfeito desenvolveu um transformador de 100 watts e agora chegava a um pico de inacreditáveis 180 watts. Este era o Dual-Showman Piggy Back Amp. O primeiro de uma espécie.

The Fender Tank Reverb

Dick Dale costumava cantar em suas apresentações e vinha usando uma unidade de reverberação desenvolvida por Fender para esse propósito. Um belo dia, Dick resolveu plugar a Strato nessa unidade, o Fender Tank Reverb, e descobriu a América. - '. . .O som do mar !!!' Desta forma, Dale achou o seu som. E o reverb de mola passou a fazer parte do seu timbre, por assim dizer. O próximo passo de Leo Fender foi acoplar uma unidade de reverb no cabeçote do Dual-Showman. Novamente, o primeiro de uma espécie.

The Beast

Mas não podemos esquecer o fundamental. A guitarra. Ou melhor, The Beast. Dick Dale, obstinado pela potência do seu som, adotou a Fender Stratocaster como sua guitarra principal, mas logo percebeu que precisava de algo mais robusto, mais forte. Apaixonado pelo timbre de sua guitarra e em profunda fidelidade a seu amigo Leo Fender, Dick nem pensava em troca de instrumento. Dai passou a aumentar a tensão das cordas. De 0.10 foi para 0.11, 0.12, 0.13 e logo a bela Stratocaster dourada voltou para as sábias mãos de Leo Fender, que teve que reforçar o braço do instrumento para que o mesmo pudesse suportar uma tensão de .016, .018, .020, .038, .048, .058 . Outras diferenças fundamentais da guitarra é um switch 'tipo Gibson' para a mudança rápida de captadores e um controle de volume, apenas. A guitarra tem um selo colado atrás da ponte, um tigre chinês ou coisa parecida, presente de Elvis Presley. Para os mais entusiamados, a Fender lançou uma réplica cosméticamamente exata do modelo original de Dale. Lógicamente, a guitarra vem de fábrica encordoada em 0.9.
Dick Dale jamais usou outro equipamento senão a The Beast e seu Dual-Showman, ambos confeccionados pelas próprias mão de Leo Fender.

sábado, 4 de dezembro de 2010

"JANIS MARTIN"


Sem ainda completar dezesseis anos, Janis Martin chegou à gravadora RCA logo depois de Elvis, e trazida pelo mesmo Steve Sholes, que apostara sua carreira de produtor executivo na contratação do Rei do Rock & Roll. Sholes, ao receber uma fita demo com “Will You, Willyum”, logo contactou os compositores em Richmond, Virginia, de onde viera aquela pérola, para convidar a cantora para gravá-la pela RCA Victor.

Em 1956, na mesma sessão em que registrou “Will You, Willyum” para seu primeiro single, Janis gravou para o lado B, de sua autoria, “Drugstore Rock ‘n’ Roll”. A música, cujo refrão infalível é “Drugstore’s rockin’, rock-rock; couples are boppin’, bop-bop”, estourou nas típicas festas rockers da época em que esta temática, que flerta com o fútil mas tem boa poesia urbana, chegava à plena glória. O termo “drugstore” não se refere ao que conhecemos como farmácia, mas sim a uma mistura disso com loja de conveniência ou lanchonete, ou “o point”.

Nos dois lados do single, Janis mostra que canta com aquele não-sei-o-quê que caracteriza o melhor rockabilly. Em bom português, é bem o que se pode chamar de bossa.

Toda a melhor música, em termos de emoção, é feita de momentos. Os melhores cantores populares, por não serem exatos, também são feitos disso. As cantoras, que são melhores que os cantores, são crias de momentos intensos. Janis Martin foi escolhida para ser a primeira de nossas Mulheres que Cantam principalmente por trechos de “Drugstore Rock ‘n’ Roll”, que a jovem Janis escreveu aos quinze anos de idade. Já na introdução cantada, “Rock-bop-jump-thump…”, o drive contido na primeira nota inspiraria gerações de seguidoras em um maravilhoso mundinho underground (que hoje é mais forte que em qualquer época).

Janis Martin foi apelidada naquele ano “The Female Elvis” pela RCA, com permissão do próprio Rei. Nos anos seguintes ela gravou vários outros rocks fascinantes, com destaque para “Bang Bang”, de 1958.

Os dois lados do primeiro 45rpm de Janis Martin, do CD The Female Elvis: Complete Recordings, 1956-60, foi editado pela Bear Family, na Alemanha, com todas as gravações da primeira cantora de rockabilly.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

"WANDA JACKSON"


Wanda Lavonne Jackson é uma cantora americana de música country e rockabilly que teve sucesso durante os anos 50 e 60. Ela foi uma das primeiras mulheres cantora de rockabilly a ganhar popularidade durante os anos 50.
Jackson começou sua carreira profissional enquanto estava no colegial depois de ser descoberta por Hank Thompson em 1954. Desde então, ela conquistou uma longa carreira na música country e rockabilly. Diferente de Janis Martin que deixou a música após se casar, Jackson decidiu continuar trabalhando. Ela misturava música country com rockabilly. Como o rock’n roll começou a perder popularidade nos anos 60, ela partiu para a música country tendo como sucesso entre 1966 e 1973, including, “Tears Will Be the Chaser for Your Wine,” “The Box it Came in,” “My Big Iron Skillet,” e “Fancy Satin Pillows.”

sábado, 6 de novembro de 2010

"RICKY NELSON"


Eric Hilliard “Ricky” Nelson, mais tarde conhecido como Rick Nelson,
nasceu em 8 de maio de 1940 e morreu em 31 de dezembro de 1985,
era um cantor, músico e ator.
Ele emplacou cinquenta e três canções na Billboard Hot 100 entre 1957 e 1973, incluindo dezenove hits entre os dez primeiros colocados.
Faleceu ao lado da amante Helen Blair e de outros membros de sua banda em um desastre aéreo em De Kalb, Texas, em 31 de dezembro de 1985.
Seu nome foi incluído no Hall da Fama do Rock and Roll em 21 de janeiro de 1987.

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

"THE SHADOWS"


The Shadows foi uma banda de rock instrumental do britânica,
em atividade da década de 1950 até 2000, a banda inicialmente era a
anda de apoio de Cliff Richards, até Richards seguir em carreira solo.

Discografia




Singles

1959 "Feelin' Fine" (como The Drifters)
1959 "Jet Black" (como The Drifters)
1959 "Saturday Dance"
1960 "Apache"
1960 "Man of Mystery"
1961 "F.B.I."
1961 "The Frightened City"
1961 "Kon-Tiki"
1961 "The Savage"
1962 "Wonderful Land"
1962 "Guitar Tango"
1962 "Dance On!"
1963 "Foot Tapper"
1963 "Atlantis"
1963 "Shindig"
1963 "Geronimo"
1964 "Theme for Young Lovers"
1964 "The Rise and Fall of Flingel Bunt"
1964 "Rhythm and Greens"
1964 "Genie With the Light Brown Lamp"
1965 "Mary Anne"
1965 "Stingray"
1965 "Don't Make My Baby Blue"
1965 "The War Lord"
1966 "I Met a Girl"
1966 "A Place in the Sun"
1966 "The Dreams I Dream"
1967 "Maroc 7"
1975 "Let Me Be the One
1978 "Love Deluxe"
1978 "Don't Cry for Me Argentina"
1979 "Theme From The Deer Hunter"
1980 "Riders In the Sky"
1980 "Equinoxe Part V"
1981 "The Third Man"

Albuns

1961 The Shadows
1962 Out of The Shadows
1963 Greatest Hits (coletânea)
1964 Dance With The Shadows
1965 The Sound of The Shadows
1965 More Hits! (coletânea)
1966 Shadow Music
1967 Jigsaw
1967 From Hank Bruce Brian and John
1968 Established 1958 (com Cliff Richard)
1970 Shades of Rock
1973 Rockin' With Curly Leads
1975 Specs Appeal
1975 Live at the Paris Olympia
1977 20 Golden Greats (coletânea)
1977 Tasty
1979 String of Hits
1980 Another String of Hot Hits (coletânea)
1980 Change of Address
1981 Hits Right Up Your Street
1982 Life In The Jungle/Live at Abbey Road
1983 XXV
1984 Guardian Angel
1986 Moonlight Shadows
1987 Simply Shadows
1989 Steppin' To The Shadows
1989 At Their Very Best
1990 Reflection
1993 Shadows In The Night - 16 Classic Tracks (coletânea)
1994 The Best of Hank Marvin and The Shadows (coletânea)
1997 The Shadows play Andrew Lloyd Webber and Tim Rice
1997 The Very Best of The Shadows - The First 40 Years (coletânea)
1998 50 Golden Greats (coletânea)
2004 Life Story (coletânea)
2004 The Final Tour

sábado, 2 de outubro de 2010

"NEIL SEDAKA"


Nascido em 13 de março de 1939 no Brooklyn, New York, Estados Unidos.
Em 1956, montou sua primeira banda na escola chamada
“The Tokens”. Sedaka, já estudava piano desde os oito anos de
idade e desde 1952, mantinha o hábito de compor canções.
Nunca atingindo grande sucesso, por volta de 1958, o produtor de discos, Morty Craft, escolheu uma canção de Sedaka,a imortal “Stupid Cupid”,
para que a rainha da época do rock n’ roll, Connie Francis,
gravasse. Sucesso mundial.
Desde então, só acumulou sucessos como “Oh! Carol!” e “Solitaire”.
Neil compôs para grandes artistas, como, Carpenters, Carol King,
The Monkees, entre outros.
Neil Sedaka continua atuando até hoje.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

"BUDDY GUY"


Buddy Guy (nascido George Guy, em 30 de julho de 1936 em Lettsworth, Louisiana)
é um guitarrista e cantor norte-americano de blues e rock.
Conhecido por servir de inspiração para Jimi Hendrix e outras lendas dos anos 60, Guy é considerado um importante expoente do chamado Chicago blues,
tornado famoso por Muddy Waters e Howlin' Wolf.

Tinha cinco irmãos e seus pais eram Sam e Isabel Guy.
Cresceu sob os conflitos da segregação racial onde banheiros, restaurantes e assentos de ônibus eram separados para brancos e negros. Com sete anos de idade Buddy fez a sua primeira “guitarra”, um pedaço de madeira com duas cordas amarradas com os grampos de cabelo de sua mãe. Com ela passava o tempo nas plantações e desenvolvia as suas “técnicas” musicais. Depois ele ganhou a sua primeira guitarra de “verdade”, um violão acústico Harmony que hoje se encontra no Hall da Fama do Rock and Roll, em Cleveland, nos EUA. Em 1955, com 19 anos, Buddy trabalhava na Universidade Estadual da Louisiana. Nunca havia saído do estado quando em 1957 um amigo seu que era cozinheiro em Chicago foi visitá-lo e disse que ele precisava ir para Chicago tocar sua guitarra de noite e trabalhar de dia. Guy se interessou pela proposta financeira, pois poderia ganhar em torno de 70 dólares por semana e quem sabe sair de noite para ver os mestres Howlin’ Wolf, Muddy Waters, Little Walter e de “quebra”, ainda aprender alguma coisa para tocar sua guitarra em casa. Em 25 de setembro de 1957 Buddy saiu de Lettsworth e chegou em Chicago. O choque foi grande, saindo do ambiente rural e chegando na metrópole totalmente urbana. Buddy arrumou um emprego e após alguns meses conseguiu uma audiência no 708 Club. Naquela noite chegou ao clube, em um Chevrolet vermelho, nada menos que Muddy Waters. Buddy foi servir sanduíche de salame para ele que perguntou se ele estava com fome. Buddy respondeu que, se ele era Muddy Waters, não estava mais com fome, encontrá-lo o alimentou. Guy começou a tocar em bares de Chicago e seu estilo foi bem aceito. Ele começou a chamar atenção. Gostava de tocar como B.B. King e atuar no palco como Magic Slim. Resolveu, então, enviar uma fita para a gravadora Chess Records, selo tradicional do blues que contava com artistas como Willie Dixon, Muddy Waters, Howlin’ Wolf, Little Walter e Koko Taylor. Em 1960 começou a fazer as guitarras das gravações destes grandes mestres da Chess. Era sempre o primeiro guitarrista a ser chamado pela gravadora.

Carreira

Mas Buddy não estava satisfeito, pois fazia apenas o acompanhamento. Ele queria mais, queria fazer suas próprias composições. Em 1967 gravou I Left My Blues em San Francisco, pela Chess Records. Em 1968 foi para a Vanguard Records e gravou dois álbuns clássicos: A Man and His Blues e Hold That Plane. A partir desta época seu estilo agressivo e selvagem de tocar, além de seu vocal rasgante, começaram a chamar a atenção de músicos do rock, principalmente os ingleses. Eric Clapton disse em 2005 que Buddy Guy foi para ele o que Elvis Presley foi para muitos outros.

Em 1970 Buddy inicia uma parceria com o gaitista Junior Wells e lança o disco Buddy and the Juniors. Em 1972 sai Buddy Guy and Junior Wells Play the Blues, disco produzido por Eric Clapton, Tom Dowd e Ahmet Ertegum. Que pode ser considerado um dos melhores álbuns de Buddy, com clássicos do blues e composições próprias, num som límpido, simples e cru.

Em 1974 Guy se associa ao baixista dos Rolling Stones, Bill Wyman, que produz e toca no álbum ao vivo chamado Drinkin’ TNT ‘n’ Somkin’ Dynamite.

Até quase o final dos anos 80 sua carreira declinou e só voltou a decolar a partir de 1989 quando Buddy abriu o clube “Buddy Guy Legends”, em Chicago, considerado o lugar preferido da maioria dos artistas de blues para se apresentar. Em 1990 – 1991 Guy tocou junto com Eric Clapton no Royal Albert Hall, em Londres, num show somente de guitarristas. Esta participação lhe proporcionou um contrato com a Silvertone Records, onde ele gravou diversos álbuns, mas o primeiro foi Damn Right, I’ve got The Blues, de 1991, que contava com a participação especial de Eric Clapton, Jeff Beck e Mark Knopfler. O disco obteve um sucesso incomum para a cena do blues: ganhou disco de ouro, vendeu 500.000 cópias e também ganhou o Grammy.

Dois anos depois, em 1993, gravou Feels Like Rain e em 1994 Slippin’ in, ganhando o Grammy com os dois discos. O sucesso havia retornado com força. Foi um trabalho de persistência, como disse Buddy: “tinha colocado na minha cabeça que precisava continuar tocando, porque eu sentia que não tinha tido a chance de me expressar com minha guitarra e minha voz. Poucos haviam me ouvido, mas continuei tocando até que a chance veio com ‘Damn right, I’ve got the blues’ e aí estourei! Acho que alguém me ouviu, lá em cima!”

E assim veio em 1996 o disco ao vivo Live: The Real Deal, em 1998 Heavy Love, em 2001, Sweet Tea, onde Buddy retornou ao blues de raiz, em 2003 Blues Singer e por último, em 2005, Bring ‘Em in, onde Guy contou com a participação de Carlos Santana e John Mayer.

Música

Enquanto a música de Buddy Guy é freqüentemente associada ao blues de Chicago, seu estilo é único e inconfundível. Sua música pode variar desde o mais tradicional e profundo blues, à mais criativa, imprevisível e radical agregação entre blues, rock moderno e jazz livre, que se juntam a cada performance ao vivo de maneira inédita.

Em 2004, Jon Pareles, crítico de música pop do New York Times, escreveu: "Mr. Guy, 68, mistura anarquia, virtuosismo, blues denso e suas vertentes de uma maneira única, prendendo a si todas as atenções da audiência (...) Guy adora extremos: mudanças repentinas entre sons pesados e leves, ou um doce solo de guitarra seguido por um surto de velocidade, ou peso, improvisando idas e vindas com a voz... Seja cantando com doçura ou raiva, seja trazendo novas entonações a uma nota de blues, ele é um mestre da tensão e do relaxamento, e sua concentração e dedicação são hiponotizantes."

Alguns fãs de blues e críticos musicais acreditam que a discografia de Guy no período de 1960 a 1967 agrupa a melhor parte de seu trabalho. Algumas das novidades apresentadas por Buddy durante suas primeiras apresentações ao vivo foram capturadas pelos álbuns do "American Folk Blues Festival". Eric Clapton, Jeff Beck e Jimmy Page admiravam o lado mais radical de suas músicas, no início dos anos 60.

Suas músicas foram regravadas por Led Zeppelin, Eric Clapton, Rolling Stones, Stevie Ray Vaughan, John Mayall, Jack Bruce, entre outros. Algumas de suas primeiras canções foram “roubadas” por Willie Dixon e pelas primeiras gravadoras por onde Guy passou. Além disso, Guy talvez seja mais conhecido por suas interpretações criativas sobre os trabalhos de outros músicos. Fãs de blues mais tradicionais parecem apreciar os seguintes álbuns: The Very Best of Buddy Guy, Blues Singer, Junior Wells' Hoodoo Man Blues, A Man & The Blues e I Was Walking Through the Woods.

Os fãs mais contemporâneos parecem preferir Slippin’ In, Sweet Tea, Stone Crazy, Buddy's Baddest: The Best of Buddy Guy, Damn Right, I’ve Got the Blues, e D.J. Play My Blues. Uma performance ao vivo pode ser assistida no vídeo Live! The Real Deal e ele ainda está presente nos seguintes DVDs: Lightning In a Bottle, Crossroads Guitar Festival, Eric Clapton: 24 Nights, Festival Express, e A Tribute to Stevie Ray Vaughan.


Discografia

1965 Hoodoo Man Blues – Delmark (w/ Junior Wells band)
1966 Chicago/The Blues/Today! vol. 1 – Vanguard (w/ Junior Wells band)
1967 I Left My Blues in San Francisco – Chess
1968 A Man and the Blues – Vanguard
1968This Is Buddy Guy (live) – Vanguard
1970 Buddy and the Juniors – MCA (w/ Junior Mance & Junior Wells)
1972 Play The Blues - Rhino
1974 I Was Walking Through the Woods – Chess (rec. 1960–64)
1977 Live at Montreaux – Evidence (w/ Junior Wells)
1979 Live at the Checkerboard Lounge, Chicago-1979 - JSP Records
1981 Stone Crazy – Alligator
1982 Drinkin' TNT 'n' Smokin' Dynamite (live) – Blind Pig (rec. 1974 Montreax Jazz Fest.)
1983 Buddy Guy – Chess
1990 Royal Albert Hall - Buddy Guy & Eric Clapton
1991 Alone & Acoustic – Alligator (rec. 1981 w/ Junior Wells)
1991 Damn Right, I've Got the Blues – Silvertone/BMG
1991 Buddy's Baddest: The Best of Buddy Guy – Silvertone
1992 The Very Best of Buddy Guy – Rhino/WEA
1992 The Complete Chess Studio Recordings – Chess (2 CD, 1960–67)
1993 Feels Like Rain – Silvertone
1994 Slippin' In – Silvertone
1996 Live: The Real Deal – Silvertone
1997 Buddy's Blues – Chess "Chess Masters"
1998 As Good As It Gets – Vanguard
1998 Heavy Love – Silvertone
1998 Last Time Around - Live at Legends – Jive
2001 Sweet Tea – Silvertone
2003 Blues Singer – Silvertone
2003 Chicago Blues Festival 1964 (live) – Stardust
2005 Bring 'Em In (Buddy Guy album) – Jive
2006 Can't Quit The Blues:Box Set – Silvertone/Legacy Recordings
2008 Skin Deep

"BO DIDDLEY"


Bo Diddley (McComb, Mississippi, 30 de dezembro de 1928 — Archer,
Flórida, 2 de junho de 2008), foi um influente cantor,
compositor e guitarrista de blues norte-americano.
Batizado de Ellas Otha Bates, ele mais tarde mudaria seu nome para Ellas McDaniel devido à sua mãe adotiva, Gussie McDaniel. Entretanto ele usa o nome artístico Bo Diddley, provavelmente um jargão dos negros do sul dos Estados Unidos que significa "nada por enquanto". Outra fonte diz que este era seu apelido quando de sua carreira como boxeador.

Diddley ganhou a primeira guitarra de sua irmã ainda na juventude (na mesma época, frequentava aulas de violino). Sua principal influência para se tornar um artista de blues veio de John Lee Hooker.

Ele é mais conhecido pela "batida Bo Diddley", uma batida meio rumba feita usando-se a clave. Esta batida seria usada por vários outros artistas, incluindo Johnny Otis e sua "Willie and the Hand Jive" e Buddy Holly em "Not Fade Away", assim como canções mais obscuras como "In Love Again", de Gene Vincent e "Callin' All Cows" dos Blues Rockers.

O ritmo é tão importante na música de Bo Diddley que a harmonia é frequentemente reduzida a uma inclusão mínima. Suas canções (por exemplo, "Hey Bo Diddley" e "Who Do You Love?") na maioria não apresentam mudanças de acorde; isto é, elas não foram compostas com claves musicais, e o músico tem de cantar e tocar no mesmo acorde durante todo o tempo.

Vários artistas gravariam suas versões das canções de Diddley através dos anos. Os Animals gravaram "The Story of Bo Diddley", os Yardbirds "I'm a Man" e tanto os Woolies quanto George Thorogood alcançaram sucesso com "Who Do You Love", também a favorita dos The Doors.

Bo Diddley usa uma variedade de outros estilos entretanto, do back beat ao pop, frequentemente com o uso das maracas de Jerome Green. Ele foi também um influente guitarrista, com vários efeitos especiais e outras inovações no tom e no ataque. Ele também toca violino e violoncelo; este último é o destaque de sua triste instrumental "The Clock Strikes Twelve".

Embora Diddley tenha alcançado sucesso de público, ele raramente direcionava suas composições para o público adolescente. A exceção mais notável é provavelmente o álbum Bo Diddley's a Surfer, que apresentava a canção "Surfer's Love Call". Apesar de nunca ter subido numa prancha, Bo excerceu uma influência definitiva nos guitarristas de surf rock.

Em complemento às várias músicas lançadas por ele, Diddley escreveu o pioneiro sucesso pop "Love is Strange" para a dupla Mickey Baker e Sylvia Vanderpool (sob um pseudônimo, para aumentar seus royalties).

Doença e morte

Em 17 de maio de 2007, foi anunciado a internação de Didley no Creighton University Medical Center em Omaha, Nebraska, depois de um derrame durante uma apresentação em Council Bluffs, Iowa, em 13 de maio. Ele já apresentava um histórico de hipertensão e diabetes, e exames indicaram que o derrame afetou o lado esquerdo de seu cérebro, compromentendo a fala e compreensão.

Em agosto de 2007, Diddley sofreu um incidente cardíaco enquanto se submetia a um check-up médico e foi internado em um hospital da Flórida.

Diddley veio a falecer em 2 de junho de 2008, aos 79 anos, em sua casa na Flórida, vítima de insuficiência cardíaca.

Discografia

Bo Diddley (1958)
Go Bo Diddley (1959)
Have Guitar Will Travel (1960)
Bo Diddley in the Spotlight (1960)
Bo Diddley Is a Gunslinger (1960)
Bo Diddley Is a Lover (1961)
Bo Diddley's a Twister (1962)
Bo Diddley (1962)
Bo Diddley & Company (1962)
Surfin' with Bo Diddley (1963)
Bo Diddley's Beach Party (1963)
Bo Diddley's 16 All-Time Greatest Hits (1964)
Two Great Guitars (+ Chuck Berry) (1964)
Hey Good Lookin' (1965)
500% More Man (1965)
The Originator (1966)
Super Blues (+ Muddy Waters & Little Walter) (1967)
Super Super Blues Band (+ Muddy Waters & Howlin' Wolf) (1967)
The Black Gladiator (1970)
Another Dimension (1971)
Where It All Began (1972)
Got My Own Bag of Tricks (1972)
The London Bo Diddley Sessions (1973)
Big Bad Bo (1974)
20th Anniversary of Rock & Roll (1976)
I'm a Man (1977)
Ain't It Good To Be Free (1983)
Bo Diddley & Co - Live (1985)
Hey… Bo Diddley in Concert (1986)
Breakin' Through the BS (1989)
Living Legend (1989)
Rare & Well Done (1991)
Live at the Ritz (+ Ronnie Wood) (1992)
This Should Not Be (1993)
Promises (1994)
A Man Amongst Men (1996)
Moochas Gracias (+ Anna Moo) (2002)

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

" THE FOUR TOPS "


Formado em 1954 por Levi Stubbs, Lawrence Payton, Renaldo Benson e Abdul ODuke ÕFakir todos nascidos e criados em Detroit, Michigan, Estados Unidos,
"The Four Tops" foi o único grupo da época de ouro da gravadora Motown a permanecer na ativa e com sucesso. É o único quarteto vocal a permanecer unido com a mesma formação por 40 anos. The Four Tops foi uma das poucas Bandas americanas a
ficar em 1.ºlugar nas paradas nos anos 60,
por causa do grande sucesso da banda inglesa The Beatles.
Stubbs nasceu em 1936 em Detroit e estudou no Pershing High School, onde ele começou a cantar com Fakir. Eles conheceram Payton e Benson quando cantavam na festa de aniversário de um amigo em comum, e então decidiram formar o grupo. Os Four Tops começaram a cantar juntos em 1953 sob o nome de Four Aims e assinaram um contrato com a Chess Records. Mais tarde, mudaram o nome para Four Tops para evitarem ser confundidos com os Ames Brothers.
Também gravaram para outros selos, como Red Top, Riverside e Columbia Records e fizeram turnês tocando em clubes noturnos.

Hits

Os Four Tops foram contratados pela Motown Records em 1963 e produziram 20 hits que chegaram ao Top 40 da Billboard ao longo de 10 anos, marcando a história da música ao lado de outros artistas na Motown de Berry Gordy. Seu primeiro single foi "Baby, I Need Your Loving" (1964), que iniciou uma série de grandes hits compostos pelo time de Brian Holland, Lamond Dozier e Eddie Holland até 1967.
Entre 1964 e 1967 eles tiveram seus maiores hits, com o apoio do time de compositors e produtores formado por Brian Holland, Lamont Dozier e Eddie Holland. Tanto “I can’t help myself” (1965) quanto “Reach out” (1966)
chegaram ao primeiro lugar das paradas.
Outros sucessos incluem “Shake Me, Wake Me" (1966), "Bernadette" e "Standing in the Shadows of Love" (ambos de 1967),"I Can't Help Myself" (1965), "It's The Same Old Song" (1965),"Standing in the Shadows of Love" (1966), "Bernadette" (1967),
e aquele que talvez seja seu maior sucesso: "Reach Out I'll Be There" (1966).
Eles continuaram realizando turnês durante as décadas seguintes, e em 1988 voltaram às paradas com “Indestructible”, pela Arista Records. Em 1986, Stubbs dublou a voz de Audrey II, a planta devoradora de gente do filme “Pequena Loja de Horrores”.
Em 1982, o álbum "One More Mountain" marcou o vigésimo oitavo aniversário do grupo.

Hall of Fame

O grupo entrou para o Rock and Roll Hall of Fame em 1990, e tem uma estrela na Calçada da Fama em Hollywood.
“Eles são quatro das maiores pessoas que eu já conheci. Eles já eram profissionais mesmo antes de entrarem para a Motown”, disse o presidente do selo, Berry Gordy, quando a estrela do grupo foi inaugurada na Calçada da Fama.
O primeiro óbito dos Four Tops foi em 1997, com a morte Lawrence Payton devido a um câncer no fígado. Renaldo “Obie” Benson morreu devido a um câncer de pulmão em 2005 e Levi Stubbs morreu em 17/10/08.Só um membro da formação original dos Four Tops permanece vivo: Abdul “Duke” Fakir.